10/04/2011

Brademos aos céus, meus amigos!!!!

É de bradar aos céus aquilo que uma pessoa tem de aturar!!! Posto isto, resolvo dividir a coisa em quatro (4), já que estou a escrever com o coração na ponta dos dedos:

1.
Quando se procura o amor, muitas vezes encontra-se pessoas que o confundem com algo feito, única e exclusivamente na horizontal. «O que todos querem é sexo e nada mais», é o que ouço frequentemente. No entanto, sempre me pautei por ser boa pessoa e não confundo o amor com o horizontal (pode também ser vertical ou diagonal, depende da imaginação).
O que não admito, de forma nenhuma, é confundirem-me com mais um, mesmo que seja por medo ou por despeito. Por mim chega, cansei...

2.
As pessoas necessitam de empregos e fazem o seu melhor quando procuram atingir um determinado objectivo profissional. Faz-se a candidatura através dos devidos canais, ou tenta-se furar o esquema tentando oferecer algo novo.
Felizmente o meu tempo de miséria profissional terminou, no entanto, numa das minhas incursões à chamada 'Candidatura Espontânea', em que a faço com todo o cuidado e gosto, enviando cartas com o melhor do bom-senso à mistura, levo com uma confissão de uma maluca que acha que só porque fundou uma empresa em nome individual, pensa que tem o mérito todo por ter sido corajosa e ter-se dado bem.
Um recado para si, minha cara senhora: se teve hipótese de hipotecar o seu futuro e o da sua família num investimento profissional, parabéns, mas se não tem a decência de responder com decoro, é tão reles como um rato de esgoto

3.
Pessoas com a estabilidade emocional de um frasco de nitroglicerina numa montanha-russa...e mais não digo.

4.
É bom que a minha jornada pelo deserto do emprego tenha terminado. Estou felicíssimo nesse aspecto.
O desafio é muito grande e as expectativas maiores que o Empire State Building, mas fixe fixe é dares-te conta de pessoas que comentam a tua chegada e, na sua má-fé, acusam-te de seres tu o motivo de não terem sido aumentadas. Acho que estão muito mal habituadas, pois hoje em dia ter um emprego é sorte e ser aumentado é um pau...ganhem consciência, por favor!!!

28/03/2011

Aprende comigo que não duro para sempre #2

A vida e o amor é como comprar um carro: de que te adianta comprar o melhor se os outros lugares não vão ser ocupados?

22/03/2011

Recursos Humanos (RH)

Tenho uma dúvida que me assola há já algum tempo. Perante o actual cenário, em que toda a gente está à rasca, pergunto-me qual a verdadeira importância das empresas de RH.

Tudo bem que uma empresa-mãe delega numa entidade externa a responsabilidade da operação, acabando por não suportar directamente os custos da mesma e definindo metas algo inalcançáveis com o pretexto de pagar menos que o acordado porque determinados objectivos não foram atingidos.

No entanto, parece-me pertinente ver as coisas do seguinte prisma: para além de ter de pagar a quem faça a gestão da respectiva operação, esse pagamento vai ter de suportar os ordenados dos trabalhadores, dos responsáveis e de todos os restantes elementos dessa mesma empresa de RH, de modo a que tenha rentabilidade. A contratação de empresas de RH parece-me ser algo falacioso, em que, apesar de criar o mesmo número de postos de trabalho directo que a empresa-mão criaria, aumenta, também, o emprego indirecto gerado.

Imaginemos o seguinte exemplo: uma empresa de telecomunicações, que possui uma oferta global, delega em várias empresas de RH as operações de loja, serviço de apoio ao cliente e manutenção técnica. Ao contratar empresas de RH para gerir essas operações, vai aumentar os custos aplicados aí, não só tendo de remunerar os trabalhadores alocados a essas mesmas empresas, como também tendo de custear os serviços, ao passo que, se nao delegasse essas mesmas operações, apenas remuneraria os funcionários em causa, o que me parece mais sensato, financeiramente falando.

Se a questão residir em cumprimento de objectivos ou competitividade, a psicologia laboral poderá definir outras formas de incentivo.

Quer-me parecer cada vez mais que o verdadeiro cancro laboral reside nas empresas de RH...digo eu...

05/03/2011

O Bom Filho


Sai do ninho e segue a sua luz. Aprofunda-se, adensa-se, mergulha em si mesmo. Toma consciência de si e do mundo.

Fala... esgota palavras, actos e a proverbial omissão. Esgota-se a si próprio.

Aprende a culpa e a responsabilidade, Aprende o falhar e o recomeçar.

Desliga-se para aprender o valor daquilo que sempre teve.

Por tudo isto e muito mais, a desconexão acabou. O verbalizar vai acontecer.

Este vai voltar a ser o espaço do exercício, depois da ausência mais ou menos forçada. A vida é muito e merece registo, não para o deleite de quem lê, mas para o deleite de quem escreve.

Este é o convite, a quem venha por bem, a partilhar deste meu espaço, sente-te à vontade, estás em casa!

Até porque, o bom filho, a casa regressa!

19/03/2010

Quer-me parecer que...

...a TV quer qualquer coisa comigo

07/03/2010

Aprende comigo que não duro sempre #1

Quando o teu território é "invadido", levanta a cabeça e pensa no quanto te podes divertir!!!

02/03/2010

"Travessias no deserto"

A propósito da secura conjuntural que, exceptuando alguns sortudos e comprometidos, que ultimamente o meu circulo de amigos e amigas tem vindo a vivenciar surge uma conversa cujo encadear de ideias é, no minimo, curioso:

- determinada pessoa gera inveja em mim;
- fico verde de inveja;
- certas partes fálicas ficam também verdes devido ao pecado capital supracitado e à falta de uso;
- o bolor é verde;
- o bolor é a origem da penicilina;
- a penicilina faz antibioticos;
- o meu pénis salva vidas...


Começo a pensar se não será boa ideia marcar umas consultas no Hospital Magalhães Lemos